domingo, 22 de abril de 2012

Sorriria.

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Desistir nunca fez parte de mim, mas me consolo por ter tentando, pouco, talvez, mas tentei.
Talvez eu tenha conduzido tudo errado, mas esse é meu jeito, direto e incerto. Necessito de respostas para não me perder. E quem dera você tivesse dado as respostas certas. E por que será que não as julgo certas? Talvez por querer que tudo tivesse sido diferente. 
Talvez agora eu estivesse lhe chamando de amor, segurando tua mão, e sentindo seu perfume em um abraço, longo e caloroso. Talvez depois nos beijaríamos, demoradamente, carinhosamente. Talvez existiria algumas brigas, pequenas claro, pelo meu ciumes bobo. Talvez riríamos um do outro depois de nos encararmos por um longo tempo. E você pediria para morder minha bochecha, e dessa vez eu deixaria. Você carinhoso, faria isso devagar, para não machucar-me. Sorriria por estar ali ao seu lado e então deitaria em teu colo, num aconchego gostoso. Se despedir seria difícil, claro. Mas logo depois da despedida você mandaria uma mensagem carinhosa, e então eu sorriria, feliz por saber que mesmo na distancia, nós pertencíamos um ao outro. 
É, eu sei, só são talvez, mas é um talvez gostoso de pensar, apesar da dor de ser só pensamentos e não algo que possa ser concretizado. Mas você sabe, eu gosto de reciprocidade. E toda vez que penso nesses 'talvez' eu me pergunto porque eu desisti. E então eu lembro que você achou melhor assim, antes mesmo de tentar.

Um dos momentos mais difíceis na vida, é decidir se você deve desistir ou tentar mais uma vez.

domingo, 25 de março de 2012

Sem jeito.

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E são nos encontros de olhares em que mais me apego a você, assim, espontaneamente. São nesses seus sorrisos tímidos que me encanto, assim, inevitavelmente. São em nossas conversas incertas que insisto em insistir, assim, sem conseguir fugir. E é em teu silêncio que sofro antecipadamente, assim, sem me conter, sem entender.
E são suas incertezas que desmoronam o meu sorriso, assim, sem perceber. E você percebe, e isso me encanta e enlouquece. E da raiva, raiva de te olhar e não conseguir sentir raiva. Mas por que sentiria? Talvez por me deixar assim, confusa, sem ação, insegura e consequentemente apaixonada. Simplesmente por ser quem é. Por não sentir o mesmo e por talvez nunca descobrir que essas palavras foram escritas lembrando do efeito que esse teu jeito sem jeito me deixou. Por não saber mais de você do que já sei. Por não poder ouvir tua voz todo dia, e por perceber que pra você tanto faz e mesmo assim ainda insistir em persistir. Porque simplesmente não dá pra esquecer *esse teu jeito meio sem jeito, que de algum jeito me conquistou.

*Frase encontrada nas postagens no tumblr, não sei o autor.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Maybe.

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Não sei falar de você, de nós, mas também não aprecio o silêncio que inevitavelmente nos cerca. E sim, você sabe, talvez não haja nada que possamos fazer. Talvez nem queiramos fazer nada. Talvez pra você nem exista silêncio. Porém, infelizmente não posso dizer o mesmo. Há muitas coisas que deixei de falar, e não, não pense que estou me referindo a frases bonitas. Bom, talvez um pouco. O principal são as desculpas, pelo meu medo de amar, que consequentemente me fez ser fria. Pela minha insegurança, que inevitavelmente foi nos afastando. Pelas lembranças do passado, que fiz questão de lhe contar, de chorar por ele. Por não segurar sua mão, mesmo querendo. Por nunca ter tido coragem de olhar em teus olhos e dizer que lhe amava, mesmo sabendo da realidade que existia nessa frase, mesmo sabendo que fitar os teus olhos era o que me faria bem, e mesmo sabendo que o sorriso que iria abrir em teu rosto era tudo o que eu precisava. Desculpa por amar, mesmo não sabendo.
Hoje sei que está bem, e estou feliz por isso. Lhe ver sorrir, mesmo não sendo o motivo, faz-me sorrir também. E agora eu sei que a coisa mais importante que faltou lhe dizer foi: obrigada. Por simplesmente me fazer sorrir e consequentemente, chorar. Talvez agora eu saiba o que é amar.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Memories.

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É inevitável não se apegar as pessoas com as quais você convive, uma você gosta mais outras nem tanto, mas na hora de se despedir tudo isso é deixado de lado. Como dizer adeus para quem esteve a todo tempo ali do seu lado? Como não sentir nada? É impossível não se importar, e algo ainda mais inevitável acontece, as lágrimas.
Que a partida é inevitável em nossas vidas, isso é incontestável, mas nunca estamos preparados para encará-la. Dizer adeus nunca é fácil, nem mesmo um até logo, pois sabemos de que uma forma ou de outra isso acaba nos afastando. É, o destino é traiçoeiro.
Mas uma coisa é certa, nada nessa vida é por acaso, e mesmo se for, sempre encontramos um motivo para ser algo mais. Sempre aprendemos algo com alguém, nos divertimos, compartilhamos momentos importantes, sorrimos, choramos, e tudo vale a pena, mesmo após a despedida.

Sentir saudade será inevitável, mas as lembranças nos manterá sempre juntos.
Por isso eu digo, não há despedidas,
estamos juntos, na memória.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Firework.

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Sei que quando aqueles fogos estourarem la no céu, algo dentro de mim também explodirá. Diversos sentimentos misturados. A alegria por ter conseguido me reerguer depois de tantos tombos e, por todas as conquistas. A tristeza por saber que muita coisa irá mudar por ser simplesmente inevitável. A saudade de momentos e pessoas que marcaram o ano que acaba. E a esperança de que esse ano que se inicia seja tão maravilhoso e tão cheio de conquistas quanto o anterior. Sei que tudo se transformará em lágrimas, não de tristeza, mas de alegria. É bom saber que sobrevivemos mais um ano. É bom lembrar de tudo e ver o quanto amadurecemos interiormente. É bom ver quem está ao nosso lado e pensar nos quais queríamos que estivesse, mas por algum motivo não está. É bom saber que temos a oportunidade de fazer novos planos, de tentar corrigir o que está errado, e de começar tudo de novo ser for necessário. Pois sim, para muitos o inicio de um ano é uma continuação, mas para outros é a grande oportunidade de começar novamente, claro, de uma forma mais correta.
Bom, então vamos la, mas um ano termina, e consequentemente outro se inicia. Vamos lembrar o que foi bom e agradecer, e o que foi ruim vamos lembrar também, para que não aconteça novamente. Afinal, se esquecermos os nossos erros corremos o risco de repeti-los, e isso é algo que não queremos que aconteça, não é?!
Que 2012 seja um ano de muitas conquistas à todos nós! Muitos sorrisos, amigos, amores, diversão e comprometimento! Vamos nos comprometer com nossas promessas e arrumar um espacinhos à todas elas para que possam ser cumpridas! Com muito carinho, um feliz ano novo à todos! ♥


"Baby, you're a firework,
Come on let your colors burst"

domingo, 20 de novembro de 2011

Eu e a escrita.

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E então inicio essas linhas tortas, que talvez não haja nenhum sentido.
Me procuro, em cada linha, em cada frase, em cada palavra, até mesmo nas virgulas, evitando somente o ponto final.
Sei que ainda existo aqui, onde sempre me preencheu, onde sempre me libertei de tantas incertezas, de tantas tristezas. E percebo isso ao ver a falta que senti ao me distanciar. Claro, não foi uma opção, foi necessário, eu precisava conseguir voltar, voltar a escrever.
Mas agora eu vejo, independente do tempo que passe, esses textos mal feitos e confusos sempre voltarão. Faz parte de mim. E estou feliz por agora, com esse texto, ter certeza disso. Sinto-me completa, feliz.
E o evitável chegou. Sim, o ponto final. Talvez venha temendo-o por não saber quando novamente irei revê-lo. Mas sei que cedo ou tarde as linhas tortas voltarão.
Encerro agora com o ponto final, que jamais significará o fim.


Desculpem-me voltar  com esse texto confuso, 
mas acho que da pra entender né?
Foi complicado pra mim ficar esse tempo todo  
longe daqui, mas a inspiração resolveu tirar férias,
e querem saber? nem sei se ela voltou de vez,
 espero que sim.
Mas de qualquer forma, como o texto mesmo diz, eu
sempre voltarei, não tenham dúvidas disso.
Comecei a trabalhar no inicio do mês passado,
 então estou com muito pouco tempo,
 mas prometo ir no blogs de vocês o mais 
breve possível! Estou com muita saudade!
Enfim, é isso, espero voltar em breve.

sábado, 20 de agosto de 2011

Nós, emoção.

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Desde a primeira conversa eu sabia que algo havia mudado. Lá estava eu, perguntando sobre a sua vida como se fosse intima. E não, eu não era. Me surpreendi ao ver você me contando tudo. Eu com essa minha mania de querer aconselhar todo mundo, com você não foi diferente. O engraçado foi a segurança que eu sentia em você, e a que eu percebi que você sentia por mim também. Pronto, foi o suficiente para eu, -logo eu-, começar a lhe falar dos meus mais íntimos sentimentos. E você mais uma vez surpreendeu-me ao me dizer palavras tão confortantes. Me fez bem.
Você, emoção.
Eu, razão.
Muitas outras conversas surgiram. Agente se entendia, e achávamos isso engraçado, ou melhor, surpreendente! Foi essa palavra que usamos.
Nós precisávamos um do outro, a cada conversa, a cada abraço, tudo foi ficando mais intenso, e eu sentia essa intensidade entre nós, mas tentava escondê-la. Já você, não fez muito para disfarçar.
Tudo havia mudado. Aquela sensação que eu havia sentido na nossa primeira conversa estava confirmada. Nada nem ninguém poderia evitar o que estava acontecendo com nós dois.
Eu.
Você.
Inevitavelmente apaixonados um pelo outro.
"Quando você começa
a expressar seus 
sentimentos, é um 
pouco difícil 
parar."

domingo, 31 de julho de 2011

Eu e as folhas.

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As folhas de outono,
que seguem sem rumo,
esbarrando no desconhecido.
Oh bandido.
Querido amigo.

Quem a vê?
Como a vê?
Pode estar acompanhada.
Pobre folha solitária.
Amando.
Magoada amada.
Ela não para.

O vento desejando-a no ar.
A folha dançante.
Inconstante.
Errante.
Desejando o toque.
A toque.

Sinta a frieza,
a doçura.
Sinta o vento a levar.
Sem rumo.
Sem saber.
Com destino a morrer.


Pegue seu selo aqui.